domingo, 5 de abril de 2009

Boas Práticas no Sector Público (1)

Foi com satisfação, mas também sem surpresa, que li no DI que a RIAC atingiu a final do concurso nacional de boas práticas na Administração Pública, que já havia comentado aqui.
A satisfação deve-se ao facto de premiar o trabalho de um punhado de jovens talentosos ligados ao projecto e não me surpreende o facto de chegar à final pois sei que é um projecto de qualidade inegável.
Facto curioso que ressalta da foto publicada no DI a propósito da notícia: a RIAC, em termos técnicos e de concepção, não deve nada a qualquer uma das caras conhecidas presentes, que, convenhamos, não percebem coisa alguma do assunto.

PECADOS CAPITAIS (10)


2. AVAREZA
2.6. FALSOS POBRES

"É muito custoso ser pobre em época onde a riqueza é estimulada ao nível das instituições. É como ter lepra. Os governos, em especial os ditos de esquerda, desesperam para transformar os pobres em burgueses. Têm vergonha dos pobres. Muitos foram falsos pobres. São piores que os capitalistas, que ao menos não escondem aquilo em que acreditam.
Os pobres intuem o insulto escondido atrás do discurso que declara guerra à pobreza. Não admira que quase ninguém queira ser pobre nos tempos que correm. Um pobre que não deseja ser pobre não é um verdadeiro pobre. Merece compreensão, mas não apoio. Apoiado, será dos piores inimigos da pobreza.
A sociedade que elogia a riqueza dá um tiro nos pés. Baseia-se num princípio errado, pois a vida em grupo deve buscar a coesão e a ânsia de riqueza não costuma estar associada à solidariedade, ao sacrifício e a qualidades comunitárias como estas.
Antigamente, havia outro tipo de falsa pobreza, de preferência no mundo rural. Era no tempo em que a filosofia contra os bens deste mundo mantinha povos coesos, com abundante “capital social”, como agora se diz. Muitos avarentos aparentavam quase miséria, com fortunas debaixo do colchão. Tinham vergonha de ser ricos.
Todos conhecemos a expressão “pobre e soberbo”, que designa uma terceira espécie de falsa pobreza. A frase classifica aqueles que recusam a ajuda que precisam. É das piores avarezas, pois quem não quer ser ajudado não quer ajudar. Recusar a dependência é recusar laços sociais.
O “pobre de espírito” também não é um pobre verdadeiro. O pobre verdadeiro quer ser pobre. Tal vontade revela conhecer a essência da Vida. A este nível é-se excelente, jamais miserável. Um homem destes é um bem social." - Mário Cabral in Diário Insular


PECADOS CAPITAIS (9)


2. AVAREZA
2.5. DIREITOS DE AUTOR

"O avarento mais descabelado é o intelectual contemporâneo. É sabido que a maior das riquezas é a espiritual, porque tudo o que é humano começa na vontade livre inteligente. Não é de estranhar, pois, que o paroxismo da sovinice seja atingido com a presunção dos direitos de autor.
Durante muitos séculos os artistas não assinaram as suas obras. Pressupunha-se que o estilo verdadeiro não precisava de assinatura, assim como a originalidade, que não é o mesmo que criatividade. A permissão da usura autorizou, também, a rubrica na obra-de-arte, ao mesmo tempo que se foi passando a voz de que o trabalho artístico era mais transpiração do que inspiração; certo é que começou a cheirar mal.
Até aos anos 80 do século XX ainda era comum encontrar académicos, cientistas e artistas que não tinham particular atracção pelos bens materiais. Na feira de vaidades que pode ser a vida do espírito, esta era uma nota de aristocracia antiga. O burguês encolhia-se diante da superioridade do sábio. Porém, o cenário foi invertido e na actualidade vende-se livros e quadros como se vendem sabonetes e cuecas.
Como seria de esperar, as leis do mercado afogaram a originalidade, que significa ir à Origem. Ninguém quer ir à Origem, porque a Origem não vende. Todos querem ser criativos, que é adjectivo transformado em substantivo para definir os que inventam a moda. Os “best-sellers” expulsaram a Poesia. O burguês papou o artista.
Os novos criativos são muito ciosos dos seus “direitos de autor”. Ora, todo o verdadeiro artista sabe que grande parte do seu trabalho veio de fora: do muito que leu e estudou e do muito que não sabe entender donde. E sabe ainda mais: que a fonte permanece para que jorre a água pura." - Mário Cabral in Diário Insular

sábado, 21 de março de 2009

Bancos devolvem dinheiro ao Estado

É esta diferença de atitude que fará com que, enquanto na Europa iremos andar nos próximos tempos a lamber as feridas da crise sem saber o que fazer com ela, os EUA recuperarão e voltarão a colocar a sua economia no lugar preponderante onde foi parar depois da crise de 1929.

SUBVERSÕES DEMOCRÁTICAS

"Apesar das contingências de quem governa e da necessidade de manter e de gerir equilíbrios que salvaguardem os interesses colectivos, não podemos deixar de afirmar as convicções em que acreditamos e devemos condenar aqueles que afrontam os mais básicos princípios da dignidade humana e das liberdades e garantias de cada cidadão.(...)
Note-se que os países referidos são dos mais corruptos do mundo, não são considerados países livres, têm enormes desigualdades sociais, têm milhões de pessoas que vivem em pobreza extrema e têm dirigentes com uma noção muito “própria” sobre democracia.A importância das relações bilaterais, económicas e financeiras, entre Estados fazem esquecer as profundas fragilidades democráticas e injustiças sociais destes países?
Parece-nos que não…." - Berto Messias in Diário Insular
Confesso que, na generalidade, acho os artigos do Berto Messias textos com pouco interesse, revelando muitas vezes, em minha opinião, um grande desconhecimento do mundo real e algum deslumbramento pelo poder.
Daí destacar o que aparece hoje no Diário Insular, por me ter surpreendido pela positiva. Ao distanciar-se de algumas das más companhias do PS revela ter princípios que preza e até alguma coragem. E isso é merecedor de nota.
Mas como PS nacional é uma coisa e regional é outra, fico com duas dúvidas para as quais não encontro resposta no texto: será que teria a mesma coragem se o alvo fosse Carlos César e por quem mais fala ao escrever "Parece-nos que não…."?
É que se fala por mais alguém e não apenas por ele próprio, existe alguém que por algum motivo não quis ou não pôde dar a cara para exprimir a mesma opinião.

IVA com Recibo

O Diário Insular vem no seu Editorial de hoje falar dos prazos de pagamento e do problema que é o pagamento do IVA com a Factura e não com o Recibo, como se fossem problemas que passaram a existir com a crise actual, quando na realidade são dois verdadeiros cancros que já existiam e tudo indica que irão continuar a existir, com crise ou sem ela.
Pena é que, quando decorreu a recolha de assinaturas em 2008, promovida pelo Movimento Cívico IVA com Recibo, não tenha publicado uma linha que fosse sobre o assunto.
Como parece estar mal informado posso adiantar àquele jornal que a Petição foi entregue na Assembleia da República e que, se estivéssemos num país onde o Estado fosse o primeiro a cumprir as leis que publica (recomendo uma consulta da legislação sobre Petições no site da AR), o assunto já deveria ter sido discutido. Mas não morreu nem não está esquecido.
É óbvio que com a inevitável queda de receitas fiscais que se verifica este ano o Estado, guloso, gordo e falido, na pessoa do Governo foge do assunto.

PECADOS CAPITAIS (8)


2. AVAREZA
2.4. USURA

"Deve-se evitar pedir dinheiro emprestado, diligenciando por viver de acordo com aquilo que se ganha. Todo o empréstimo condiciona a liberdade do devedor. Porém, a vida nem sempre é simples e uma pessoa pode ser levada pelas circunstâncias a pedir ajuda económica. Se for a um amigo, este não cobrará juros, sentindo-se até insultado com alusões neste sentido.
Nas relações próximas, percebe-se bem porque é que os juros e a usura ensombram a moralidade, mesmo quando se perspectivam os factos do lado de quem empresta. É óbvio que emprestar dinheiro a um amigo, sem cobrar juros, é um acto meritório; contudo, a tentação de subjugar será constante; por exemplo, se quem empresta achar que o dinheiro emprestado está a ser mal gasto.
A maior parte de nós endivida-se para adquirir bens inúteis. Hipotecamos, assim, a nossa liberdade, tendo que viver para trabalhar para pagar os juros aos bancos. Neste caso, há um contrato, o que, de certo modo, alivia as tentações morais, na medida em que a nossa relação com os bancos não é pessoal – digamos que saímos do nível do coração/moral para o nível da razão/política.
Mas até onde é legítimo ganhar dinheiro emprestando dinheiro? Esta não é uma relação igual, mesmo que o contrato seja assinado entre adultos: um dos contratantes produz trabalho; o outro não. Até que percentagem é lícito subir os juros? E será aceitável que um empréstimo para uma doença seja tratado de modo igual a um empréstimo para habitação, e a um terceiro, para um negócio?
O liberalismo é superlativamente defeituoso. Aproveitando-se da fraqueza humana, que espicaça, dá origem a sociedades onde a riqueza perde a relação com o trabalho e com a realidade. Cai de podre." - Mário Cabral in Diário Insular

domingo, 15 de março de 2009

Praia de empresas

"Não tenho a menor dúvida quanto a isso. Reconheço que a Praia nunca soube explorar convenientemente o seu porto e o seu aeroporto. Um concelho que possui estas infra-estruturas apresenta-se com um nível de progresso enorme. Isso não acontece na Praia. No caso do porto, é essencial consolidar-se uma plataforma logística terrestre que garanta uma nova centralidade em toda a rede de transportes marítimos açoriana…" Roberto Monteiro in Diário Insular.
Nesta entrevista Roberto Monteiro revela mais a seu perfil profissional que o político. Tem conteúdo, praticamente não bate na oposição e, em comparação com a entrevista que a sua correlegionária de Angra deu ao mesmo Jornal há umas semanas atrás, demonstra porque existem tantas diferenças entre os dois concelhos.

sábado, 14 de março de 2009

PECADOS CAPITAIS (7)


2. AVAREZA
2.3. A RIQUEZA DAS NAÇÕES

"Afirma-se à boca cheia que as nações devem ser ricas. Uma nação não tem de ser rica mas feliz. Nada garante que as nações mais ricas sejam as mais felizes. Um país pode ser mais feliz quando pobre do que o contrário.
A felicidade significa ter um sentido para a existência; quanto mais coerente e amplo ele for, quanto mais perfeito. O sentido organiza o naipe de valores culturais de um povo, quadro de referências indispensável à sobrevivência espiritual do indivíduo.
No plano estratégico, compreende-se que uma nação deseje ser rica. A riqueza traz poder e uma civilização de valores elevados pode ter que defender-se da barbárie; e até procurar expandir-se.
O problema surge quando a riqueza das nações não se fundamenta num sistema de valores; então, o poder e a riqueza valem por si mesmos, o que indicia que a decadência se aproxima, expressa no desespero existencial.
Algo assim devasta a Europa. Portugal deveria abandoná-la já, pois que devido à ganância dos subsídios, fundos de coesão e quejandos, está a perder todos os valores referenciais próprios, desfigurando o rosto.
Por causa da abominável plutocracia que nos subjuga, fomos perdendo poder decisório e independência real. As leis vêm de fora, do abstracto, são incompreensíveis, não estão vinculadas à realidade concreta da experiência humana, o que aponta para a tirania.
Esta doença começou na Geração de 70, o pior momento da história lusa, quando, como cães, nos virámos à própria cauda. É insuportável ouvir um português vender a Pátria, por não entender a supremacia cultural do sul, em relação à fatal avareza do norte, que está a acabar com o pouco que sobra daquilo que outrora foi a grande civilização ocidental." - Mário Cabral in Diário Insular

sexta-feira, 13 de março de 2009

Dados do INE e do Banco de Portugal

Estes dados do INE provam que mesmo sem crise global, em 2008 estávamos a entrar em recessão. Aquela apenas veio acelerar, no último trimestre, o que já era uma tendência ao longo de todo o ano de 2008 e que só não sentiu quem não vive na economia real. O nosso problema é estrutural e não será tão cedo que irá ser resolvido.

É só crâneos no BCE

Depois do JTC é a vez deste senhor, que tem um nome impronunciável (Nout Wellink), vir brindar-nos com esta pérola: membro do BCE prevê primeiro trimestre "muito mau". Pelas minhas contas vamos entrar na última quinzena do 1º trimestre. Como gostava de arranjar um emprego destes...

quinta-feira, 12 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

Depois da Oposição o Governo

Parece-me que alguns aspectos daquelas propostas mereciam uma resposta mais clara, nomeadamente a questão das linhas de crédito abertas para apoio às empresas. É que quem optou por pagar salários e a fornecedores para manter actividade e não pagou impostos e Segurança Social, fica de fora.
Conclusão, as linhas de crédito vão ser úteis a dois tipos de empresas: às que não têm problemas, nomeadamente de tesouraria, e às que tendo problemas optaram por não pagar salários e a fornecedores, optando por pagar ao Estado.
Parece-me, portanto, que faz sentido permitir que o primeiro grupo de empresas que referi tenha a mesma oportunidade de regularizar a sua situação em relação ao Estado, que teve o terceiro grupo em relação a trabalhadores e fornecedores recorrendo às linhas de crédito apoiadas pelo Estado.
Ou será que os trabalhadores e os fornecedores, enquanto credores, são de menor importância que o Estado?

terça-feira, 10 de março de 2009

Incêndio em navio na Praia da Vitória

Por estranho que possa parecer a notícia mais interessante que encontrei hoje na imprensa local foi a do incêndio no navio porta-contentores no porto da Praia da Vitória. Deformação profissional que não posso evitar.
O acontecimento é muito interessante por três razões distintas:
1ª - O fenómeno em si
2ª - O seu combate
3ª - A análise de causas e consequências do fenómeno
Em relação ao fenómeno, devo dizer que apesar de todo o azar foi uma sorte o incêndio ter ocorrido com o navio atracado. Em alto-mar a probabilidade de ser fatal é sempre muito grande.
As causas do incêndio podem ser inúmeras. Uma coisa é certa: em dado momento estiveram em presença os três elementos do triângulo do fogo (combustível, comburente e energia de activação) e a inflamação aconteceu.
Depois de se criarem as condições para a formação do tetraedro do fogo, e para isso é preciso que se atinjam temperaturas que mantenham a reacção em cadeia, em poucos minutos a situação torna-se incontrolável. Num navio existe tudo para que o risco de incêndio seja sempre elevado e para que, depois de acontecer se torne fatal: grandes cargas térmicas, tintas, vapores e gases e espaços confinados. Estes últimos proporcionam a formação de atmosferas perigosas, mesmo em situações que não envolvem fogo.
O combate deste tipo de incêndios é por regra complexo, quer devido às altas temperaturas que se atingem no interior do compartimento de incêndio, quer devido à formação de gases e vapores que são muitas vezes, além tóxicos, altamente inflamáveis.
É comum encontrarmos em navios sistemas de extinção automática com recurso a espumas. Não sei se seria o caso deste. Tratando-se de um espaço confinado, as espumas de alta expansão são o meio mais eficaz para a extinção do incêndio. Estas espumas são caracterizadas por uma grande capacidade de absorver energia. O abaixamento das temperaturas que provocam, aliado à asfixia que se pode provocar mantendo fechado o compartimento de incêndio, acabam por permitir a sua extinção. O processo pode ser mais ou menos lento em função de vários factores, como sejam, por exemplo, o volume do compartimento de incêndio e a carga térmica em presença.
No caso presente o incêndio teve início ontem e hoje de manhã ainda não estava extinto.
Quanto à análise de causas e consequências, certamente quem a fizer começará pelas causas e sem conhecer o caso em concreto tudo o que possa dizer não passará de especulação.
Já quanto às consequências há uma que é inevitável: aquele navio terá de sofrer uma reparação enorme, se não ficar mesmo irreparável.
É que os navios hoje em dia são de aço e este material tem um péssimo comportamento ao fogo. Quando sujeito a temperaturas acima do 350 ºC perde a maioria das suas características químicas e mecânicas e, quando isso acontece, o destino do aço é a sucata.
Pelo que ouvi na rádio, foi feita a monitorização da temperatura das anteparas do navio durante o combate ao incêndio e ontem registaram valores de 500 ºC. De manhã já eram só de 50 ºC.
Já agora, ºC são graus Celcius e não centígrados. Centígrada é a escala dos graus Celcius. É só um pormenor, mas é uma das vulgares asneiras que se ouvem a par do bilião.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Como estará o tempo no planeta em que vive Trichet?

"Trichet relembra também o papel fundamental dos bancos centrais que "foram extraordinariamente activos na organização de uma linha de defesa colocando liquidez à disposição" dos mercados. Também os institutos de emissão foram na sua opinião "extremamente eficazes". Dá como exemplo o BCE que nos últimos meses tem baixado sistematicamente a sua taxa de juro de referência visando evitar a penúria do crédito." - in Notícias RTP
Continua a delirar. Nos últimos tempos os papéis inverteram-se e hoje é a Euribor que serve de referência à suposta taxa de referência de BCE. A prova foi a primeira descer abaixo dos 2% antes da segunda. Alguém quer fazer uma aposta para qual das duas irá descer primeiro abaixo dos 1,5%? Não valem apostas para a taxa a 1 mês pois essa já há alguns dias que está abaixo daquele valor.
Será que ninguém manda para casa este homem que, a par da banca, é um dos grandes responsáveis pelo estado em que a economia europeia se encontra?

Querido líder fez o pleno

O último grande líder eleito por 100% dos votos acabou na ponta duma corda no Iraque. (foto tirada daqui)

Lucros do Banif

Apesar de terem caído 41,4% os lucros do Banif chegam aos 59,2 milhões de euros. Ao que parece, pelo que se pode ler na imprensa, os clientes não foram os responsáveis por estes resultados, já que os montantes em depósitos aumentaram e os juros cobrados pelo banco a estes mesmos clientes também.
Fico curioso quanto a um aspecto: será que a integração do BCA/Banif-Açores no grupo ajudou a compor estes números?
Tenho saudades do BCA.

Janela indiscreta para o ninho da Renata

Para quem tiver curiosidade de saber como é o quotidiano num ninho de cegonha, esta webcam dá-nos imagens online do ninho da Renata. Era interessante algo do género com cagarros, já que por cá não temos cegonhas.
(imagem tirada daqui)

Foi Deus quem as criou

Ontem foi o Dia Mundial da Mulher e em muitos blogs li a frase que usei como título. Mas, como em muitas outras coisas, até com esta coisa de se ser criado por Deus é preciso ter alguma sorte e não lhes calhar um Deus menor. Que Deus será esse que permite que coisas como esta aconteçam?
Apesar de um dia depois, aproveito para também deixar aqui a meu apreço público a todas, em especial a duas muito especiais: minha mãe e minha esposa. Nada paga a sua capacidade de abdicar em favor dos filhos e de todos os que lhe são caros.
(imagem tirada daqui)

sábado, 7 de março de 2009

JCT continua a descobrir a pólvora (1)

Depois deste post que publiquei após JCT ter descoberto a pólvora, fui eu que descobri quanto ele ganha por ano. Fiquei agora com a certeza que com menos custos poderíamos ter à frente do BCE alguém menos patético.