Joan Diaz com Ramon Angel, Giulia Valle e Silvia Perez, em estúdio gravando um belo tema de Bill Evans.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Se o que têm para dizer é isto...
Em Portugal, mentir tornou-se num acto corrente de governação
"O Governo alemão nega formalmente ter tido qualquer responsabilidade na decisão de o Governo português inscrever obrigatoriamente o custo do submarino Tridente no Orçamento deste ano." - in DN
Até prova em contrário, acredito no governo alemão.
Joan Chamorro Trio
Joan Chamorro (saxofone tenor), Josep Traver (guitarra) e Manuel Kaprovicas (contrabaixo), in a sentimental mood.
domingo, 10 de outubro de 2010
Os britânicos na Terceira
AZORES - FIRST PICTURES
Filme interessante da chegada dos britânicos à Terceira (obrigado ao meu correlegionário Coronel Luís Alves de Fraga).
Sinto-me envergonhado. Vocês não?
"Organização da prova pediu o empenhamento do líder da oposição na candidatura de Portugal à Ryder Cup-2018, não se dando por satisfeita com a assinatura do primeiro-ministro." - in Sol
A credibilidade de Sócrates caminha para a de Mugabe.
Estado Social no Plano Inclinado (1)
Esta semana o convidado é ainda o professor João Cantigas Esteves. A ver ou a rever.
Jo Krause Quartet
Com Jo Krause (bateria), Bob Sands (saxofone), Roger Mas (piano) e Gonzalo Tejada (baixo).
sábado, 9 de outubro de 2010
Chamem o FMI (11)
"Mais de 220 mil euros foi quanto a Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI) gastou nas comemorações dos seus 160 anos. Estas despesas - que datam de Novembro de 2009 - incluem os gastos do jantar pago a todos os directores das Finanças, mas não contemplam as despesas de pernoita de cerca de 900 pessoas que se deslocaram a Lisboa para assistir às comemorações, o que ainda poderá adensar mais o valor." - in DN
Já faltou mais para entrar em desobediência civil e pagar os impostos sem os entregar ao bando de malfeitores que desgraçam o país. Enquanto não se lhes fechar a torneira nada vai mudar.
Venha o FMI. O país bateu no fundo, por isso só pode melhorar.
Maranatha (38)
V. EDUCAÇÃO
2. INSTRUÇÃO, EDUCAÇÃO E CULTURA
"Ninguém morre se não souber ler nem escrever. Grandes reis do passado assinaram de cruz; e a expressão "self made man" fala por si. As maiores fortunas das ilhas não estão nas mãos dos doutores. Aliás, os doutores verdadeiros não têm grande apetência pelo dinheiro, tal como os santos.
Daqui se conclui duas verdades:
1 - A instrução não é um direito natural. É possível sobreviver sem ela e ser mais bem sucedido do ponto de vista material do que a maioria das pessoas;
2 - A instrução não é precisa para encontrar a felicidade, isto é, a plena realização do ser humano.
Daqui não se pode concluir que a instrução seja dispensável e que o Estado não deva agir de modo a promovê-la. A natureza humana é racional e a curiosidade intelectual insaciável, a tender para o infinito. Não se deve é confundir "instrução" com "educação" e "cultura".
O estudo é uma das vias privilegiadas para a compreensão de si, do mundo e das questões metafísicas fundamentais. Ele liberta a pessoa das visões tacanhas que, bastas vezes, abafam as sociedades. Logo, o estudo traz, por tabela, um grande benefício social e político.
Poderá o Estado livre determinar a escolaridade obrigatória?
Em teoria, não, devido ao que fica dito atrás. Mas pode acontecer dois cenários práticos: por um lado, os pais podem não ter dinheiro para dar instrução aos filhos, como desejariam; por outro lado, os pais podem impedir os filhos de estudar, como estes desejariam.
Portanto, o melhor é ser obrigatório estudar, pelo menos durante seis anos; e o Estado subsidiar todo o aluno que revelar aptidão e gosto e tiver necessidades. Isto não implica que as escolas sejam estatais, o que deve ser evitado, por causa da ideologia." - Mário Cabral in Diário Insular
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Jesse Chandler
Nos teclados, acompanhando num grande tema os portugueses Nelson Cascais (baixo), Pedro Moreira (saxofone), André Fernandes (guitarra) e Bruno Pedroso (bateria).
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Os 5 de Outubro

Um século de república é sempre uma data a assinalar, independentemente de nos identificarmos ou não com ela.
Mesmo sabendo que foram 100 anos passados, na sua maior parte, em caos e em ditadura. Mesmo sabendo que não integra todas as virtudes que reclama para si, pelo simples facto de ser república e que sofreu, e sofre, de muitos dos males de que acusava a monarquia.
Os discursos que hoje ouvi na Praça do Município, em Lisboa, não passaram de ideias vagas, meias palavras e muitos paninhos quentes, que caracterizam a maioria da actual classe política, sem carisma, em muitos casos incompetente e em especial sem coragem.
Temos um presidente que tem feito um mandato sem coragem de intervir quando podia, nos termos da actual Constituição, e o país necessitava. Vai ficar na História como o presidente do "não comento", enquanto assistiu ao completo descontrolo da governação do país.
Temos um primeiro ministro que mente ao país, vive em completa negação e revela-se completamente incompetente para a governação. Não tem, por isso, qualquer capacidade para admitir que está a mais e que, nos quase seis anos que leva de governo, o país ficou mais pobre e sem grandes perspectivas de mudar a médio/longo prazo.
O presidente da república e o primeiro-ministro perderam, ou nunca tiveram, a dimensão necessária para mobilizarem o país para a coesão que tanto apregoam.
Não partilho da opinião dos que afirmam que, se fossemos hoje uma monarquia, seríamos um país melhor. Nada nos garante que o rei não se comportaria como Cavaco Silva e que Sócrates nunca teria chegado a primeiro ministro.
Também não partilho da opinião que, com a república, os males da monarquia desapareceram, como p.e. os privilégios dinásticos e de hereditariedade. Os níveis de corrupção de que padecemos provam-nos que continuam a existir, só que de maneira menos explícita e assumida.
Apesar de tudo, acho que continuo a preferir a república. E acho que vale a pena lutar por uma 4ª República que devolva o país aos cidadãos, que reconheça os valores do trabalho e do mérito, que imponha a ética na actividade política e que julgue e puna os que sejam negligentes na missão de servir a Nação.
Para terminar, e porque nos discursos oficiais ficou completamente esquecido, faltou comemorar o 5 de Outubro de todos os portugueses, o de 1143.
Mentiroso? Incompetente? Ou ambas as coisas?
"Depois de ter apresentado o segundo pacote adicional de austeridade, o primeiro-ministro deu duas entrevistas em dois dias. No sábado teve o exame mais duro – e as respostas nem sempre corresponderam à realidade dos factos ou aos limites do possível. Saiba como os erros de Sócrates afectam o seu bolso." - in i
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Que um fraco Rei faz fraca a forte gente. (Camões - Canto III dos Lusíadas)
"Portugal vai dispor de 62 mil toneladas de cereais e cinco mil toneladas de leite em pó da União Europeia (UE) para distribuir, em 2011, no âmbito da ajuda alimentar aos mais necessitados, foi hoje divulgado em Bruxelas." - in RTP
Desculpem-me mas não consigo evitar sentir-me envergonhado.
Estado Social no Plano Inclinado
No início desta nova série o convidado é o professor João Cantigas Esteves. A ver ou a rever.
Porque hoje é dia deles
Uma boa notícia, para variar. O novo dono já lhe deu nome: Freia. A escolha foi acertada.
Freia, a livre, a bela, é a Deusa da juventude da mitologia nórdica e personagem da ópera Der Ring des Nibelungen, de Richard Wagner. Assenta-lhe como uma luva.
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